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Colton Herta a dois pontos da superlicença da F1, mas há dúvidas
Colton Herta está perto dos 40 pontos necessários para a superlicença, mas a contagem da Cadillac diverge de um cálculo independente após o TL1 em Austin.

Colton Herta está perto dos 40 pontos exigidos para obter uma superlicença da FIA, depois da sua mais recente participação num treino livre pela Cadillac, mas o total exato continua por esclarecer. O norte-americano conduziu o carro de Sergio Perez no TL1 do Grande Prémio dos Estados Unidos, na sua quarta participação deste tipo este ano.
Um cálculo baseado nos resultados de Herta e na quilometragem elegível acumulada nos treinos atribui-lhe 38 pontos. Um porta-voz da Cadillac disse à RacingNews365 que o piloto tinha 39 pontos após Austin, mas não explicou de onde vinha o ponto adicional.
Resultados e quilometragem nos treinos dão 38 pontos a Herta
Os pontos de Herta nas temporadas da IndyCar em causa somam 35: um por ter terminado em 10.º no campeonato de 2023, 30 pelo segundo lugar em 2024 e quatro pelo sétimo posto em 2025.
O piloto também somou três pontos nas participações no TL1 em Barcelona, na Áustria e nos Estados Unidos, todas com mais de 100 quilómetros percorridos. Essas sessões elevam a contagem do cálculo independente para 38. O programa de treinos da Cadillac começou em Barcelona, mas nem todas as participações contribuíram para o total: em Itália, Herta completou apenas cinco voltas em Monza, cobrindo 25 quilómetros e ficando aquém da distância necessária para somar um ponto.
Mais sessões de treinos podem levá-lo a ultrapassar o limite
Herta poderá atingir a pontuação exigida antes do fim da temporada se a Cadillac lhe proporcionar pelo menos mais duas participações nos treinos livres. Uma dessas sessões é obrigatória: Valtteri Bottas já cedeu o lugar a Herta num TL1, mas cada piloto titular tem de falhar duas sessões.
Um porta-voz da equipa afirmou que seria errado não dar a Herta a oportunidade de garantir a superlicença. O piloto, por sua vez, disse que continua empenhado em chegar à Fórmula 1 com a Cadillac, a GM e a TWG o mais depressa possível. Reconheceu também que não sabe ao certo quantos pontos tem, deixando por esclarecer a contagem de 39 pontos apresentada pela equipa.
As possíveis participações adicionais dariam a Herta uma via para chegar aos 40 pontos, embora a informação disponível não permita identificar a origem da diferença entre o número da equipa e o cálculo. A sua possível mudança para a Cadillac na F1 continua, por isso, dependente da obtenção dos pontos necessários para a superlicença.
